Stress feito de bits e bytes

31 12 2008

Recentemente, chegou em minha caixa postal um artigo bastante interessante do Júlio Batistti, autor de vários livros de informática e responsável por um site sobre treinamentos em diversos assuntos, sobretudo certificação Microsoft.  Recomendo uma visita ao site dele, onde vocês poderão ler o artigo completo, que já ultrapassou um milhão de visitas!
Abaixo, segue um trecho que gostaria de destacar.  Sem dúvida, o conteúdo se aplica diretamente para pessoas que trabalham com novas tecnologias, mas também pode ser aproveitado em outras áreas.

Estamos vivendo a “Era da Informação e da Velocidade”. Muitas vezes, ficamos atônitos com a rapidez em que as mudanças acontecem. Já não basta mais sermos especialistas em Informática. Precisamos “entender do negócio”, senão como poderemos aplicar nossos conhecimentos em benefício da empresa?

Muitos consultores e autores bem sucedidos de livros de negócios e carreira dizem que estamos vivendo a era dos multespecialistas. Precisamos entender de muitos assuntos: administração, finanças, informática, outros idiomas, pessoas (esta talvez seja a aptidão mais importante), trabalho em equipe.

Como dominar tantas competências e, ao mesmo, tempo conciliar família, amigos, atividades físicas e a pressão da empresa por resultados cada vez melhores e em menor tempo? Com certeza não é fácil, mas é possível crescer profissionalmente e, principalmente, com ética, sem abrir mão da vida pessoal.

livros

Não dá para estudar tudo ao mesmo tempo. Durante muito tempo comprei muito mais livros do que poderia ler. Cheguei a ter mais de 30 esperando na fila. Constantemente me preocupava pelo fato de não conseguir ler e estudar todos os assuntos que eu julgava importantes. Uma simples pausa para assistir ao jogo de futebol do meu time na televisão era motivo para consciência pesada por não ter aproveitado “melhor” meu tempo.

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Micros confortáveis: mais que luxo, uma obrigação.

23 12 2008

Depois de várias semanas sem postar algo por aqui, achei interessante publicar um artigo de autoria de Iberê M. Campos da Thecnica Sistemas e editor da Revista PnP, que considero uma das melhores revista de informática para usuários avançados. Segue abaixo um trecho do seu artigo:

Hoje a maioria das pessoas fica o dia inteiro na frente de um micro, no trabalho, e quando chega em casa vai continuar na frente de um outro micro lendo seus e-mails, pagando contas e batendo papo pelo MSN. Por isto, precisam de micros cujo conforto seja, pelo menos, aceitável.
A percepção de conforto muda de usuário para usuário. Por exemplo, um jogador inveterado quer o máximo de FPS e qualquer ciclo de processamento que possa conseguir a mais que seus adversários. Pode ser a diferença entre “morrer” e “viver” nos jogos. Para este jogador não importa que o micro faça um barulhão, desde que o processador esteja trabalhando no máximo, pouco importa se o teclado ou o mouse sejam macios, quer mais é que eles sejam duros e resistentes o suficiente para aguentar horas a fio de maus tratos.
Para um usuário “normal”, entretanto, todos os sentidos precisam estar satisfeitos com o micro para estar confortável, de maneira que consiga utilizar o equipamento horas a fio com o mínimo de cansaço físico e mental.

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Pensando nisto tudo, selecionamos abaixo alguns pontos importantes que o montador ou fabricante de micros deveria ficar atento, para ter usuários mais satisfeitos com o equipamento e, portanto, com o profissional ou com a marca. Acompanhe:

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