Dicas para o Office 2007

6 08 2009

Após um longo tempo sem postar nada interessante por aqui, resolvi novamente voltar a dar atenção a este humilde blog. Isto porque ao verificar as estatísticas de acesso, notei que muita gente continua acessando o seu conteúdo, o que me deixa de fato estimulado a continuar com meu “trabalho”.

Hoje falarei sobre uma dica muito interessante para o Office 2007.

No meu dia-a-dia tenho observado que poucas pessoas aderiram ao Office 2007, e continuam utilizando as versões antigas, sobretudo a 2003 e 2002 (XP). Acredito que devido a grande diferença de visual do 2007 em relação ao anteriores, várias pessoas tem enfrentado dificuldade para se adaptar a ele.

Outro ponto a considerar  é que os arquivos salvos no formato nativo no Office 2007 não podem ser abertos pelas versões antingas, o que também faz com muitos evitem utilizá-lo.

Apesar disso, existem soluções para ambos os casos mencionados acima.  Existe um programa utilitário que faz com que os menus clássicos do Office “antigo”  apareçam dentro do novo Office 2007. Esse programa tem o nome bem sugestivo de “Classic Menu for Office 2007“, produzido pela Addin Tools. Não se preocupe: apesar da página estar em inglês, depois que o programa é instalado, os menus são visualizados em português mesmo. No  canto esquerdo do Word, Excel, etc.  surgirá uma nova aba “Menu”.  Clicando nela, você verá os bons e velhos menus Arquivo, Editar, Exibir, etc.  Vale lembrar aqui que este utilitário é comercial e, portanto, precisa ser comprado. (Claro que na Internet já deve ter algum crack, mas isso já não é comigo…).

Word 2007 com menus clássicos (em inglês)

Word 2007 com menus clássicos (em inglês)

E com relação a incompatibilidade dos arquivos salvos pelo Office 2007 que não abrem no Office “antigo”, a Microsoft disponibiliza um conversor para ser instalado  em equipamentos que ainda tenham o Office 200, 2002 (XP) ou 2003. O nome do pacote de conversores chama-se Microsoft Office Compatibility Pack. Com isso, as versões anteriores do MS Office poderão abrir arquivos do 2007 sem problemas.





Stress feito de bits e bytes

31 12 2008

Recentemente, chegou em minha caixa postal um artigo bastante interessante do Júlio Batistti, autor de vários livros de informática e responsável por um site sobre treinamentos em diversos assuntos, sobretudo certificação Microsoft.  Recomendo uma visita ao site dele, onde vocês poderão ler o artigo completo, que já ultrapassou um milhão de visitas!
Abaixo, segue um trecho que gostaria de destacar.  Sem dúvida, o conteúdo se aplica diretamente para pessoas que trabalham com novas tecnologias, mas também pode ser aproveitado em outras áreas.

Estamos vivendo a “Era da Informação e da Velocidade”. Muitas vezes, ficamos atônitos com a rapidez em que as mudanças acontecem. Já não basta mais sermos especialistas em Informática. Precisamos “entender do negócio”, senão como poderemos aplicar nossos conhecimentos em benefício da empresa?

Muitos consultores e autores bem sucedidos de livros de negócios e carreira dizem que estamos vivendo a era dos multespecialistas. Precisamos entender de muitos assuntos: administração, finanças, informática, outros idiomas, pessoas (esta talvez seja a aptidão mais importante), trabalho em equipe.

Como dominar tantas competências e, ao mesmo, tempo conciliar família, amigos, atividades físicas e a pressão da empresa por resultados cada vez melhores e em menor tempo? Com certeza não é fácil, mas é possível crescer profissionalmente e, principalmente, com ética, sem abrir mão da vida pessoal.

livros

Não dá para estudar tudo ao mesmo tempo. Durante muito tempo comprei muito mais livros do que poderia ler. Cheguei a ter mais de 30 esperando na fila. Constantemente me preocupava pelo fato de não conseguir ler e estudar todos os assuntos que eu julgava importantes. Uma simples pausa para assistir ao jogo de futebol do meu time na televisão era motivo para consciência pesada por não ter aproveitado “melhor” meu tempo.

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Micros confortáveis: mais que luxo, uma obrigação.

23 12 2008

Depois de várias semanas sem postar algo por aqui, achei interessante publicar um artigo de autoria de Iberê M. Campos da Thecnica Sistemas e editor da Revista PnP, que considero uma das melhores revista de informática para usuários avançados. Segue abaixo um trecho do seu artigo:

Hoje a maioria das pessoas fica o dia inteiro na frente de um micro, no trabalho, e quando chega em casa vai continuar na frente de um outro micro lendo seus e-mails, pagando contas e batendo papo pelo MSN. Por isto, precisam de micros cujo conforto seja, pelo menos, aceitável.
A percepção de conforto muda de usuário para usuário. Por exemplo, um jogador inveterado quer o máximo de FPS e qualquer ciclo de processamento que possa conseguir a mais que seus adversários. Pode ser a diferença entre “morrer” e “viver” nos jogos. Para este jogador não importa que o micro faça um barulhão, desde que o processador esteja trabalhando no máximo, pouco importa se o teclado ou o mouse sejam macios, quer mais é que eles sejam duros e resistentes o suficiente para aguentar horas a fio de maus tratos.
Para um usuário “normal”, entretanto, todos os sentidos precisam estar satisfeitos com o micro para estar confortável, de maneira que consiga utilizar o equipamento horas a fio com o mínimo de cansaço físico e mental.

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Pensando nisto tudo, selecionamos abaixo alguns pontos importantes que o montador ou fabricante de micros deveria ficar atento, para ter usuários mais satisfeitos com o equipamento e, portanto, com o profissional ou com a marca. Acompanhe:

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Como reconhecer um bom técnico de informática

27 10 2008

 

O mercado de informática está em constante crescimento. O computador tornou-se algo comum em diversos lares e, por causa disso, muitas pessoas querem fazer carreira nessa área, trabalhando como técnicos de suporte, resolvendo os problemas que surgem nos equipamentos. Por outro lado, um grande número de “curiosos” que “entendem de computador” procuram também disputar esse mercado e se dar bem. Então, como podemos reconhecer se um profissional está mesmo preparado?

 

 

Do meu ponto de vista, um bom profissional de informática deve atender alguns requisitos básicos. Vejamos  alguns deles:

1) inglês: A maioria dos programas e equipamentos já estão traduzidos para nossa língua mas, às vezes, o técnico precisa consultar fontes na Internet que estão em outro idioma, geralmente em inglês. Além disso, muitos programas ainda não foram completamente traduzidos para o português, e apresentam telas, mensagens de erro ou avisos em inglês. Portanto, a pessoa que não domina o básico da língua inglesa não terá condição de trabalhar em serviços mais complexos.

2) preço: Em anúncios de jornal é comum encontrar “técnicos” afirmando: “resolvo tudo por R$ 30, vírus, travamento, conflitos de hardware…”.
Um bom técnico de informática precisa investir na sua atualização profissional (vide item abaixo) e prestar um bom serviço aos clientes e, para isso, precisa cobrar um preço justo. Infelizmente, a cultura em nosso país, sobretudo nas empresas, é do tipo “fazer pelo mais barato possível” e muitos não dão o valor que esse profissional merece. Quem trabalha nesta área, sabe que não dá para sobreviver cobrando R$ 20 ou R$ 30 por uma visita (salvo em alguns casos). Agora pense com cuidado: será que um “profissional” que trabalha praticando tais preços baixos não vai tentar se livrar do prejuízo de outra maneira, por exemplo, condenando peças do clientes, para depois revendê-las? Lembre-se: às vezes, o “barato” sai caro!

 

3) atualização profissional: É preciso investir continuamente na comprar de livros, assinaturas de revistas e de sites na Internet, cursos e treinamentos, compra de ferramentas e softwares. Isso requer recursos financeiros e arrumar tempo disponível para aprender coisas novas. Por isso, um bom técnico deve estar a par das últimas tecnologias. Não querendo com isso dizer que ele deve conhecer TUDO, mas pelo menos ter um noção das coisas que andam acontecendo no mundo da TI, tanto no que se refere ao software quando ao hardware.

4) conhecimentos de redes: Atualmente, as famílias possuem mais de um computador, sejam eles PC´s de mesa ou notebooks, e naturalmente gostariam de colocá-los em rede, para compartilhar Internet, jogos, etc. O técnico que não tem noções de redes locais deixa a desejar no mercado de trabalho. Conheço “técnicos” que me disseram não saber (ou não querer) lidar com redes, porque é “muito complicado”. O bom profissional não pode apenas esperar “moleza”, mas deve estar preparado para coisas mais complexas. Ponto negativo para eles.

5) ambiente de trabalho: O bom profissional possui uma oficina, seja numa sala comercial ou em um quarto de sua casa. É preciso ter algumas peças de reposição e ferramentas adequadas para realizar diversos tipos de testes e reparos. Caso contrário, qualquer trabalho simples de manutenção torna-se complicado e demorado.

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Computação na nuvem: um novo paradigma

13 10 2008

Uma  definição para paradigma poderia ser “regras, normas e regulamentos que interferem no modo de vida das pessoas; um modelo”

A grande tendência do momento é o termo “computação nas nuvens” ou “cloud computing” (em inglês). Este termo surgiu pelo fato de a computação estar mudando de rumo:  hoje não temos mais como antigamente aquela vontade imensa de comprar um “super computador” – com processador veloz, muita memória RAM e um HD grande -  hoje o que mais precisamos, e o que mais precisararemos futuramente, será de mobilidade, portabilidade. Não é por acaso que os mini-laptops, no estilo Asus Eee PC, estão fazendo muito sucesso (eu mesmo não vejo a hora de poder comprar um desses…). E a banda-larga móvel “3G” sem dúvida vai impulsionar tudo isso.

Diversos serviços e aplicações estão sendo  baseado na internet:  você utilizará seu computador conectador à Rede, terá o espaço que precisar para guardar seus arquivos como documentos, fotos, vídeos e música. Além disto, os softwares que você utiliza também estão na internet.   

 

Essa arquitetura computacional, baseada em milhões de servidores espalhados por datacenters ao redor do planeta, está transformando a maneira de entregar serviços de TI. O nome tem origem nos anos 80, nos primórdios da internet, quando a rede era representada como uma nuvem de computadores, todos conectados uns aos outros.

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Windows Vista x Windows XP

10 10 2008

Com o encerramento da produção do Windows XP, os computadores atuais já estão vindo de fábrica com o novo sistema operacional da Microsoft instalado: o Windows Vista.

Aliás, o Vista nem é tão “novo” assim, ele foi lançado na primeira metade de 2007, porém só agora em meados de 2008 – mais de um ano depois – que sua utilização começa a se intensificar. Surge então um dilema: vale a pena mudar para o Windows Vista ou é melhor formatar o disco e instalar o “bom e velho” Windows XP?

A questão entre permanecer fiel ao Windows XP ou adotar o Windows Vista é extremamente polêmica e deve avaliada com cuidado. 

No meu dia-a-dia de trabalho, tenho notado que a maioria dos usuários não gostou do Vista. De fato, não encontrei ninguém até agora que realmente gostou dele. Entre as queixas mais freqüentes dos usuários está a de que o Vista é muito pesado, ou que ele é bem diferente do Windows XP e, portanto, não conseguiram se acostumar com a nova interface.

Quanto ao fato de ser pesado, esse é um ponto incontestável. Cada nova versão do Windows exige mais memória que a anterior, e às vezes um upgrade de memória é inevitável. Já vi micros com 512 Mb de RAM sendo vendidos com o Vista instalado (um absurdo!), irritando os usuários com sua lentidão, o que contribuiu para denegrir a imagem desse sistema. O ideal para rodar o Vista é ter no mínimo 1 Gb de memória, mas para rodar tranqüilo 2Gb de RAM são recomendáveis.

Sobre o Vista ser diferente do XP, não vejo isso como um problema, pois com alguns dias de uso constante o usuário certamente irá se adaptar, contudo a maioria das pessoas já se acostumou com o visual do XP e temem aquilo que é novo, então ainda preferem ficar no seu “lugar seguro”.

Do meu ponto de Vista (o trocadilho foi intencional), o Windows Vista não é ruim e roda bem, desde que o usuário tenha uma máquina adequada para rodá-lo: no mínimo um PC com processador acima de 2 Ghz (de preferência dual core), 1 Gb de RAM, HD de 80 Gb e – um detalhe importante – uma placa de vídeo com bom desempenho. Por outro lado, tentar instalar o Vista num PC sem esses requisitos básicos pode ser uma experiência frustrante.

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Informática em concurso público

29 09 2008
por Rodrigo Barreto

É cada vez mais comum se cobrar conhecimento de informática nos concursos públicos, sejam federais, estaduais ou municipais.

Um dos objetivos seria selecionar melhor os pretensos servidores, ou empregados públicos. Há pessoas que estudam e trabalham com computador, o que teoricamente facilitaria sua vida na hora de uma prova, já que têm experiência. No entanto, o que ocorre muitas vezes é que as provas não são voltadas para o usuário experiente, mas para o candidato que decora teclas de atalho do Microsoft Windows e dos programas do pacote Microsoft Office.

A crítica feita neste texto já foi feita várias vezes por profissionais de tecnologia da informação, muitos com diploma de bacharel, que fazem trabalho de alto nível em programação, redes, e em outras áreas, mas que ao se depararem com uma prova de concurso público, não obtêm um bom resultado. Por quê?

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Como evitar vírus de pendrive

25 09 2008

Atualmente, depois dos e-mails falsos, acredito que os pendrives sejam a segunda forma mais comun de contaminação por vírus. 

Quase todo usário de computador hoje em dia possui um pendrive (ou mp3 player, que também funciona igual) e assim, quando conecta o dispositivo no trabalho, na faculdade ou em outro computador “estranho” que esteja, acaba transferindo o vírus para o seu pendrive. O pior é que muitos anti-virus também não percebem a presença de um arquivo infectado quando abrimos o pendrive.

Quem utiliza o Windows Vista pode ficar mais tranquilo, pois o sistema antes pergunta se o usário deseja executar o arquivo que está no pendrive e então pode-se aceitar ou recursar, se for um arquivo estranho. Porém, no Windows XP, não é feita essa verificação, e um arquivo contaminado pode ser executado automaticamente, sem intervenção do usuário.

No Windows XP, existe um modo de evitar que um pendrive contaminado infecte o computador, desabiliando a Reprodução Automática no sistema.  Acontece que ao inserver um CD-ROM na bandeja ou um dispositivo de armazenamento na porta USB, o Windows tenta executar seu conteúdo, que pode música, vídeo, um programa de instalação ou… um vírus.

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Recuperando placas-mãe queimadas

18 09 2008

Quando a placa-mãe de um computador mais antigo queima, pode ser que não exista mais outro modelo equivalente no mercado e, nessa situação, a primeira coisa que vem a mente de vários técnicos de informática em geral é condenar todo o equipamento, ou então induzir o cliente a fazer um “upgrade forçado”, onde troca-se a placa-mãe, processador, memórias e as vezes até mesmo a fonte de alimentação. Ou seja, nesse “upgrade” o cliente acaba desembolsando uns R$ 400 em média, considerando-se o valor das peças e da mão de obra.

Entretanto, saiba que em alguns casos é possível recuperar a placa-mãe, deixando-a igual a original, desde que o seu chipset não tenha sido danificado quando ela queimou. Geralmente, os defeitos mais comuns em placas são: BIOS apagado ou corrompido, capacitores “estufados”, reguladores de voltagem queimados, trilhas partidas, e outros.

 

Se o concerto da placa-mãe for viável,  o valor do reparo, em média,  varia de R$ 40 a R$ 70  e mais o serviço do técnico para colocar  a placa de volta no computador e fazer todas as conexões. Somando isso tudo, o custo final do serviço talvez não ultrapasse os R$ 180, bem inferior ao de um “upgrade”.  Além disso, todas configurações de hardware são mantidas, evitando a re-instalação do Windows. 

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